O Ministério da Educação pretende encerrar ainda nesta semana o impasse em torno do piso salarial dos professores, após a reação negativa ao reajuste previsto para 2026. Pelas regras atuais, o aumento seria de 0,37%, o equivalente a R$ 18, elevando o piso de R$ 4.867,77 para apenas R$ 4.885,78, patamar considerado insuficiente por entidades da categoria diante da inflação de 4,26% registrada em 2025. O ministro Camilo Santana (foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil) afirmou que o governo busca um novo percentual capaz de dar previsibilidade a estados e municípios e informou que já houve consenso interno. A estratégia em avaliação inclui a edição de uma medida provisória para alterar o cálculo do piso com efeito retroativo a janeiro, iniciativa que ganhou tração após reuniões do Planalto com representantes sindicais.
Também nesta segunda, Santana afirmou que deixará o MEC até março, para se candidatar ao governo do Ceará.











