Acostumado a falar alto, gesticular largo, o pastor Silas Malafaia (foto: Eduardo Anizelli / Folhapress) agora está pedindo ao STF que não aceite a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República por calúnia e injúria contra o comandante do Exército, general Tomás Paiva. Durante ato em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, ano passado, Malafaia disse que os generais eram “frouxos, covardes e omissos”. Também declarou que os militares “não honram a farda que vestem”. A defesa de Malafaia sustentou que as falas foram genéricas, sem mencionar Tomás Paiva. Caberá o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, avaliar o pedido e indicar data para análise da denúncia no Supremo.
Buscando compreensão na seara na qual Silas Malafaia está inserido, a Bíblia adverte, em Provérbios, que “o justo medita no que responder, evitando o mal com a boca.” O último entrevero envolvendo o pastor foi com a ministra Damares, há uma semana: ele a chamou de “linguaruda” porque a ministra apontou o envolvimento de igrejas evangélicas nas fraudes do INSS.










