O ministro Alexandre de Moraes (foto: Bruno Peres/Agência Brasil) deu 48 horas para que a Vara de Execuções Penais de Uberlândia refaça o cálculo da pena de Antonio Cláudio Ferreira, condenado por danificar o relógio histórico de Dom João VI nos atos de 8 de janeiro. A ordem busca atualizar o atestado com os abatimentos já validados pelo STF, entre eles 66 dias por trabalho e leitura, e cobrar comprovação de carga horária, frequência no Encceja e obras lidas. Moraes reiterou a cobrança após identificar descumprimento anterior pela Justiça mineira e apontar inconsistências nos dados.
Vale pontuar que, com Edson Fachin em recesso, Moraes assumiu nesta segunda-feira a presidência do Supremo, imprimindo ritmo a um caso que expôs falhas na execução penal.











