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O aviso de Dino sobre o “bezerro de ouro”

Paulo César de Oliveira
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Flávio Dino (foto: Gustavo Moreno/STF)

Na abertura do ano letivo da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino (foto: Gustavo Moreno/STF) recorreu a uma metáfora bíblica para falar de ética na carreira jurídica. Diante de jovens magistrados e advogados recém-formados, perguntou o que seria o “bezerro de ouro” no Direito. Sem mencionar diretamente os colegas Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, citados no caso envolvendo o Banco Master, Dino reinterpretou o episódio bíblico como símbolo da busca por riqueza a qualquer custo. Segundo ele, profissionais que dedicaram anos ao estudo e à construção da carreira podem acabar punidos quando cedem a esse tipo de tentação. Para o ministro, é justamente nos momentos de pressão e incerteza — “no tempo do deserto” — que a integridade precisa ser reafirmada. A parábola funcionou como advertência: no mundo do Direito, o verdadeiro teste de caráter aparece quando o poder e o dinheiro entram em cena.

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