O Supremo vive um impasse em torno de Dias Toffoli (foto: Valter Campanato/Agência Brasil ). A Corte se fragmentou em três correntes. A primeira sustenta que o ministro deveria se afastar para resguardar a própria imagem e a do tribunal, sobretudo após o relatório da Polícia Federal apontar suspeição, considerado por esse grupo o ponto extremo de tolerância. A segunda ala reage: ceder agora seria fraqueza diante de pressões externas e que Toffoli deve permanecer até a conclusão do relatório final da PF, prevista para março. Um terceiro bloco transfere a responsabilidade a Edson Fachin: ouvir Toffoli e os demais ministros e construir uma solução colegiada. Decisão isolada pode aprofundar a fissura. Fachin inclina-se a uma sessão reservada, como prevê o regimento.










