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2026: crescimento curto, risco longo

Paulo César de Oliveira
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A economia brasileira entra em 2026 com o freio puxado. A projeção de crescimento, entre 1,5% e 1,8%, fica abaixo de 2025 e revela um quadro de cautela. A inflação estimada em 4% e a expectativa de queda da Selic para até 12,25% ajudam, mas não resolvem o problema central: o fiscal. O aumento de gastos no governo Lula pressiona a dívida, eleva a incerteza e empurra para 2027 um ajuste inevitável. Em ano eleitoral, o risco é antecipar turbulências: fuga de capitais, real mais fraco e inflação reacelerando. Some-se a isso a desaceleração dos EUA e tensões externas. O resultado é um ambiente instável, que pode exigir contenção precoce ou, no pior cenário, produzir estagnação com inflação — a pior combinação para famílias e empresas. Diagnóstico macro seco, foco no fiscal como pecado original, alerta de capitais em fuga, real fraco, inflação rondando como urubu e um fecho sem anestesia atribui a Lula e ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad (foto: Diogo Zacarias/MF), a condução desse caos.

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