O ministro Paulo Guedes (foto) propõe a "módica" alíquota de 0,20% sobre as movimentações financeiras. A CPMF original tinha alíquota de 0,38%. Mas, salvo engano, incidia apenas uma vez em cada transação, enquanto a de Guedes incide duas vezes: uma a cargo do pagador e outra, do recebedor. Quer dizer: o imposto Guedes terá alíquota de 0,40%. Entendi bem? E por falar em tributação, quando será que Bolsonaro cumprirá sua promessa de promover o tão esperado ajuste da tabela de Imposto de Renda da Pessoa Física? Aliás, ele deve estar com Alzheimer, pois anda esquecendo de muitos compromissos assumidos em campanha. O poder, de fato, é inebriante e corrosivo. Estão todos cooptados.