Ao avaliar a conjuntura internacional, o vice-presidente Geraldo Alckmin (foto: Rovena Rosa/Agência Brasil) disse que as exportações brasileiras de petróleo tendem a crescer em 2026, puxadas pelo avanço da produção no pré-sal, que deve manter o produto no topo da pauta externa do país. O também ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio minimizou possíveis efeitos da crise venezuelana sobre o mercado brasileiro, ao lembrar que grandes reservas não se convertem rapidamente em oferta. Para ele, o preço do barril segue condicionado sobretudo a fatores geopolíticos globais, fora do alcance da política monetária. Os dados da balança comercial de 2025 sustentam o otimismo cauteloso do governo: o petróleo respondeu por US$ 44,6 bi em exportações, apesar de leve retração anual, reforçando a centralidade do pré-sal como eixo estrutural da estratégia energética e comercial do país.











