Com a recente inauguração da maior fábrica de ânodos de nióbio do mundo, na cidade de Araxá, a CBMM mira a diversificação de segmentos. A meta da companhia, comandada pelo CEO Ricardo Lima (foto/reprodução internet), é atingir 30% de sua receita com produtos não siderúrgicos até 2030 e uma capacidade de 20 mil toneladas de óxido de nióbio para baterias até 2030. Para isso, a empresa tem investido R$ 250 milhões/ano em tecnologia.