O Congresso reage firmemente às medidas da Procuradoria-Geral da República(PGR) e do Supremo Tribunal Federal (STF), que questionam a transparência das emendas parlamentares. A PGR solicitou a derrubada das "emendas Pix", criticadas por permitir transferências opacas de recursos públicos, podendo favorecer campanhas eleitorais. Isso desagradou os congressistas, somando-se às exigências por mais transparência feitas pelo ministro Flávio Dino(foto/reprodução internet).
Em resposta, o governo suspendeu a liberação de recursos do "orçamento secreto". Diante disso, o presidente da Comissão Mista de Orçamento, deputado Júlio Arcoverde (PP-PI), decidiu adiar a votação da LDO de 2025, planejando mudanças para garantir controle no Orçamento e evitar o cancelamento de emendas. Este impasse reflete a tensão entre o Congresso, o STF e o Governo, com possíveis implicações no Orçamento de 2025, destacando a complexa interação entre transparência, controle fiscal e interesses políticos.