A privatização da Copasa entra na reta decisiva, com bancos pressionando interessados a apresentar carta-fiança para o leilão. O cronograma, porém, já nasce capenga: o TCE-MG travou a largada e o calendário de abril soa mais como desejo do que certeza. Há ao menos três compradores no radar, mas a corrida depende de sinal verde regulatório e de apetite financeiro em ambiente ainda volátil. A pressa do governo de Mateus Simões (foto: Elizabete Gumarães/ALMG) indica prioridade política. Em saneamento, erro de timing cobra caro: sem segurança jurídica e previsibilidade, o leilão pode virar aposta de alto risco.











