A guerra no Irã já cobra pedágio no agro brasileiro. Em plena colheita, o diesel saltou de R$ 5,40 para até R$ 7,80 no Paraná, pressionando uma atividade cada vez mais dependente de máquinas. O combustível já responde por cerca de 40% do frete, inflando o custo de levar a safra ao mercado. Ágide Meneguette (foto Sistema Faep), da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP), resume o aperto: produção cara, logística mais cara ainda. A CNA vê risco adicional — cargas podem ser desviadas para quem paga mais lá fora, ameaçando o abastecimento interno. No campo, a conta chegou antes da colheita terminar — e sem desconto.











