O novo programa de renegociação de dívidas deve alcançar cerca de R$ 107 bilhões, concentrando débitos no crédito rotativo, cheque especial e crédito pessoal não consignado — juntos, 60% do total inadimplido, estimado em R$ 175 bilhões. Os atrasos somam R$ 65,5 bilhões no cartão, R$ 35 bilhões no crédito pessoal e R$ 7 bilhões no cheque especial. O rotativo lidera em custo, com juros de 435% ao ano, bem acima da taxa básica Selic de 14,75%. Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan (foto Diogo Zacarias/Ministério da Fazenda), a negociação será direta entre devedor e credor, com descontos e refinanciamento do saldo remanescente, que contará com garantia do governo. Participam bancos, fintechs, operadoras de cartão e o Banco Central.











