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Dívida pública piora

Paulo César de Oliveira
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Gabriel Galipolo

O rápido aumento da dívida pública desde que o presidente Lula assumiu, tem levado os investidores a buscarem cada vez mais títulos indexados à Selic, a taxa básica do Banco Central e menos os prefixados, com rendimento estabelecido de antemão.

A parcela dos chamados títulos flutuantes (indexados à Selic) chegou a 45,9% do total da dívida pública federal, um aumento de 7,7 pontos percentuais em relação à fatia de 38,2% em dezembro de 2022, antes de Lula assumir. Numa aposta de que a Selic seguirá em alta, com Gabriel Galípolo(foto/reprodução internet) na presidência do Banco Central, a participação dos papéis prefixados caiu de 27% para 22,2% no mesmo período, assim como os que seguem índices de preços, reduzidos de 30,2% do total da dívida para 27,3%, segundo o último Relatório Mensal da Dívida Pública Federal, do Tesouro.

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