Juros altos não combinam com ano eleitoral e o argumento do governo para que o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo (foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil), inicie 2026 com redução da Selic está na ponta da língua. A inflação anual ficou abaixo de 4,5% pela primeira vez desde 2019, fechando 2025 com a inflação em 4,26%. O Conselho de Política Monetária (Copom) mantém a taxa básica de juros em 15% ao ano e, para desespero dos aliados do presidente Lula, o colegiado sinalizou que deve manter esse percentual por “um período bastante prolongado”. Mas a pressão não só de membros do governo, como do PT, é para que essa curva mude de forma célere.











