Henrique Meirelles (foto Shutterstock), ex-presidente do Banco Central do Brasil, acredita que a autoridade monetária chega à reunião desta quarta-feira, cercado por variáveis que escapam ao controle doméstico. A tensão no Irã e o risco de alta do petróleo ampliam as dúvidas sobre inflação e colocam o BC no fia da espada, entre cortar ou manter a taxa básica. As projeções já se dividem, com apostas tanto na estabilidade em 15% quanto em redução modesta. Diante desse quadro, Meirelles avalia que a decisão dependerá do desdobramento do conflito e de seus efeitos sobre o comércio global.










