Após subir 34% em 2025, o Ibovespa entrou em 2026 embalado por forte entrada de capital estrangeiro, que só em janeiro superou R$ 26 bilhões. Em fevereiro, o índice renovou sucessivos recordes, impulsionado pela migração global de recursos para mercados fora dos EUA, em meio a incertezas políticas, enfraquecimento do dólar e revisões no setor de tecnologia. A expectativa de que Gabriel Galípolo inicie o ciclo de queda da Selic reforça o apelo das ações, enquanto a possível elevação do peso do Brasil em índices internacionais pode atrair novos aportes. Ainda assim, a valorização depende da continuidade desse fluxo e da migração de investidores locais da renda fixa. O avanço também conviverá com a incerteza eleitoral, fator capaz de ampliar a volatilidade. (Foto )










