O Brasil gasta mais com funcionários públicos do que 90% dos países, levando-se em consideração o Produto Interno Bruto. A reforma administrativa, que poderia minimizar o problema, está parada no Congresso Nacional. É quase que unânime entre especialistas em finanças públicas que a raiz do problema não está necessariamente na quantidade de servidores, mas na remuneração inicial oferecida a eles e na forma como se conduz a máquina, repleta de burocracia e entraves para sua modernização. (Foto reprodução internet)