A decisão do Copom de manter a taxa Selic em 6,5% ao ano não foi bem recebida pelo presidente da Fiemg, Flavio Roscoe. Ele entende que o ritmo decepcionante de avanço da atividade econômica desde o começo do ano recomenda uma nova redução da SELIC para estimular a economia. Por outro lado, existe o risco de que a forte desvalorização cambial recente contamine os preços industriais e leve a um avanço da inflação. Para complicar, Roscoe (foto) fala da corrida eleitoral, que permanece incerta e dificulta a elaboração de cenários econômicos.