É público e notório que as exportações irão robustecer os principais pilares que Temer (foto) usará para fortalecer a economia. Para tanto o câmbio não pode descer abaixo de R$3,50, razão pela qual, restabelecida a confiança nos agentes econômicos, abre-se caminho para a queda da SELIC que, em última análise, vai desalavancar esse processo de desvalorização da moeda americana. Uma parte desse fenômeno se acentua com o processo de apeamento do poder da Dilma e a outra parte é global, pois o dólar já acumula três meses de quedas contra a cesta de mais de uma dezena de importantes moedas internacionais.