O governo federal pretende atrair investimentos privados para reaproveitar ferrovias existentes que foram abandonadas. Uma delas, o corredor Minas-Rio, com 740 km, que está sendo chamada de a “nova rota do café”, será concedida à iniciativa privada no início deste ano, por meio de “chamamento público”, modelo inédito em que a administração pública oferece a malha ao mercado, condicionando essa operação a investimentos, mas sem exigir pagamentos à União. O plano prevê um contrato de 99 anos de exploração ferroviária. Se o modelo atrair mais de um interessado, o governo escolhe a proposta que seja mais atrativa ao interesse público.
O corredor Minas-Rio foi escolhido porque reúne uma combinação de fatores que, na avaliação do ministério dos Transportes, Renan Filho (foto: Paulo Pinto/Agência Brasil) tem potencial de atrair diferentes operadores de ferrovia.











