O governo terá no futuro o desafio de acomodar o ritmo de crescimento das despesas obrigatórias dentro do arcabouço fiscal, o que também contribuiria para a estabilização da dívida pública. A preocupação é do número 2 do Ministério da Fazenda, Dario Durigan (foto: Diogo Zacarias/Ministério da Fazenda). Segundo ele, “o crescimento da nossa dívida pública não se dá pelo crescimento do déficit primário, o resultado fiscal melhora ano a ano, desde 2023 até hoje. Agora, sem dúvida nenhuma, o patamar de juros no país tem gerado um endividamento maior”,
A dívida pública bruta do Brasil ficou em 78,6% do Produto Interno Bruto (PIB) em outubro, segundo dados do Banco Central, com o gasto do governo com juros ficando em R$987,2 bilhões no período acumulado em 12 meses.











