Em cinco anos, o Pix virou hábito nacional e caso exemplar no mundo. Seus 140 milhões de usuários redesenharam a vida financeira do país, reduzindo o uso de dinheiro vivo, cartões e até a dependência das instituições tradicionais. O sucesso chamou atenção de OCDE e Banco Mundial, enquanto países de vários continentes estudam sua lógica — a Colômbia já a replica. Fora Índia e Brasil, nenhum sistema instantâneo alcançou impacto semelhante. E, considerando que somos 213 milhões contra 1,4 bilhão de indianos, a força relativa do Pix se torna ainda mais impressionante. “Uma a cada 11 pessoas no mundo já está utilizando pagamentos instantâneos. Esse número é significativo”, diz Adrian Cernev (foto/reprodução internet), professor de tecnologia financeira e meios de pagamento da FGV EAESP.











