A indústria responde por 48,6% da arrecadação de impostos de Minas Gerais e para impulsionar a economia devem ser consideradas parcerias na geração de riquezas e empregos. Esse discurso tem sido defendido pelo presidente da Fiemg, Flávio Roscoe, inclusive no Ministério Público Estadual. Roscoe (foto) defende um pacto entre a indústria mineira, a sociedade, e o Ministério Público pela retomada do desenvolvimento econômico do estado. Há uma percepção clara na Fiemg, segundo ele, de que só uma atuação conjunta de toda sociedade pode reverter a situação econômica possibilitando novos investimentos.