Os bancos estão pisando fundo no freio. A antiga projeção de crescimento do Banco ABC, entre 8% e 12%, por exemplo, converteu-se em 3% a 8%. Ou seja, o piso, agora, virou teto. Ainda assim o banco foi assombrado por uma inadimplência dobrada (de 0,7% no primeiro trimestre de 2015 para 1,3% no segundo). Fica aceso o sinal de alerta para os demais bancos médios, cuja qualidade de ativos fica aquém da verificada na carteira de ABC.