O brasileiro já sente no bolso o aumento do preço dos combustíveis, como reflexo da tensão provocada pelos ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã. Mas, nesse momento de alta instabilidade, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard (foto Antonio Cruz/Agência ), disse que a política interna da companhia persiste “íntegra e sólida”, e afirmou que “nós observamos as paridades internacionais de preços de petróleo derivados sem repassar a volatilidade para o mercado interno brasileiro”. Segundo ela, “se ele for US$ 85 por barril, nós temos que estar preparados, se for US$ 55, temos que estar igualmente preparados”.










