Se um brasileiro parasse um economista na avenida Faria Lima ou no Leblon em meados de abril e perguntasse qual seria sua projeção para o crescimento do PIB e para a inflação no ano, ouviria esquálidos 0,96% e 6,04%. Se as mesmas perguntas fossem feitas em agosto, o interlocutor receberia como resposta 2,29% - mais que o dobro da estimativa em abril - e 4,90%, respectivamente. Por óbvio, nem o economista nem a situação existem. Mas servem como ilustração da melhoria das expectativas com a economia brasileira nesse hiato de quatro meses. (foto/reprodução internet)