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Prosperidade de vitrine

Por Paulo César de Oliveira
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Celso Furtado (foto Iconografia)

Em 2025, o PIB cresceu 2,3%, segundo o IBGE. Parece avanço, mas é maquiagem. O impulso veio do consumo das famílias, irrigado por gasto público e crédito farto, enquanto o investimento ficou travado, com formação de capital entre 16% e 17% do PIB. O quadro ecoa falas do economista Celso Furtado (foto: Iconografia), que dizia que a economia cresce sem transformar. A economia roda, mas não amplia sua capacidade produtiva. Resultado: fôlego curto, produtividade estagnada e dependência de estímulos. No curto prazo, há alívio. No médio, a conta chega — juros altos, pressão fiscal e crescimento raso. É brilho de superfície: ilumina hoje, apaga amanhã.

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