A queda no setor de serviços, de 0,2%, divulgada pelo IBGE é analisada pelo economista da Fecomércio MG, Guilherme Almeida (foto), como decorrência do desempenho dos outros setores. Segundo ele, a atividade depende do desempenho dos demais segmentos econômicos. Por isso, para que um melhor resultado seja observado, é preciso que haja mais consistência na retomada econômica. Como a recuperação da economia está acontecendo de forma lenta, o mesmo acontece com o setor de serviços. Além disso, o economista observa que existe uma grande ociosidade no atual cenário. Isso, inevitavelmente, leva a um menor nível de investimento e de fechamentos de contratos.