Diante da perspectiva de políticas protecionistas do presidente eleito, Donald Trump(foto/reprodução internet), muitas empresas americanas começam a ajustar suas estratégias para reduzir a dependência de cadeias de suprimento externas. As promessas de tarifas elevadas, que podem alcançar até 100% sobre produtos chineses e entre 10% a 20% sobre outras importações, geram um cenário de incerteza.
Para mitigar esses riscos, algumas companhias desenvolvem alternativas, como investir em plantas no Camboja, Vietnã, México e Brasil, diversificando sua produção ou trazendo-a para mais perto dos Estados Unidos. A expectativa de cortes de impostos e flexibilização regulatória também incentiva o retorno de fábricas ao território americano, consolidando um movimento de reshoring - que consiste na retomada dos processos industriais em caráter nacional -, para fortalecer cadeias de abastecimento e reduzir vulnerabilidades.