Um grupo de bilionários insatisfeitos com a ideologia dominante nas universidades americanas está fomentando um novo modelo educacional no Texas, que se define como anti-woke. O termo “woke” se refere ao ativismo social e ao progressismo, oriundo da cultura afro-americana, que busca conscientizar sobre injustiças direcionadas a minorias raciais e de gênero.
Até o momento, essa nova instituição já arrecadou aproximadamente US$ 200 milhões e acolheu 92 alunos em sua primeira turma, que recentemente iniciou suas atividades. De acordo com um dos principais investidores, o ensino superior atual parece, segundo ele, desconsiderar as contribuições das civilizações ocidentais.
Para muitos apoiadores desse projeto, o sistema educacional vigente restringe a liberdade de expressão, marginalizando ideias conservadoras e predominando com pautas progressistas. Essa iniciativa reflete uma crescente “guerra cultural”, visando restaurar a diversidade de pensamentos no ambiente acadêmico. (foto/reprodução internet)