O começo de 2026 chega como um coquetel perigoso: caso Master, feriados, carnaval, eleição, Copa do Mundo e juros nas alturas. Para pequenas e médias empresas, isso não é convite à aventura, é chamado à disciplina. Como diria o economista Milton Friedman (foto: Chuck Nacke/Alamy ), não existe almoço grátis — e crédito caro cobra pedágio. O ano pede consolidação, não expansão kamikaze. Separar CPF de CNPJ, mapear custos fixos, montar reserva de caixa e usar a liquidez com parcimônia vira questão de sobrevivência. Num país onde empresas morrem mais que mosquitos no verão, planejamento, controle e maturidade não são virtudes morais: são a única forma de atravessar o nevoeiro e sair inteiro do outro lado.
Ano de Copa, juros de ferro e caixa de aço











