Estranha a forma com que o ministro da Educação, Ricardo Vélez (foto), vem suportando as críticas a sua gestão e ameaças do presidente Jair Bolsonaro de exonera-lo, como se tivesse um apego excessivo ao cargo. Estranha também é a forma de agir do presidente, que mais uma vez externa publicamente a sua insatisfação com o desempenho do seu ministro, como fez ontem, no encontro com jornalistas, em Brasília. A educação brasileira já está em situação ruim o suficiente para sofrer mais esse desgaste, que só reduz o poder da pasta de dar respostas satisfatórias a sociedade. Aliás, os problemas acontecem por todos os lados, da educação básica, a área de pesquisa.