O termo era digital nunca se fez tão pertinente quanto no atual momento em que vivemos, uma vez que equipamentos e programas estão cada vez mais sofisticados e necessitando menos da inserção manual para seu funcionamento. A biometria é um bom exemplo. Além de urnas eletrônicas, este modelo tecnológico também se aplica a terminais eletrônicos bancários, telefones celulares, cofres, ponto eletrônico, cancelas, entre outros. De acordo com o especialista em inteligência digital, Leonardo Bortoletto (foto), o sistema de biometria chegou para simplificar a troca de informação. “Cada vez mais as empresas e os usuários de aparelhos e equipamentos eletrônicos se preocupam com a segurança de seus dados. Enquanto senhas são combinações de caracteres facilmente decifrados por programas maliciosos ou crackers, a biometria é uma chave única e exclusiva de cada pessoa, não existindo duplicidade no mundo. Este modelo está em constante aperfeiçoamento e a tendência é que o setor de prestação de serviços no Brasil, até 2025, adote o sistema da biometria para oferecer mais segurança à população”, explica Bortoletto, presidente da SUCESU Minas e da Web Consult. Além do benefício da segurança, o sistema biométrico oferece maior agilidade na produção e processamento de dados. Uma vez cadastradas, todas as informações passam a ser computadas através da leitura do nosso padrão de digitais, ajudando a evitar fraudes, diminuir risco de perda ou roubo de dados e agilizando a coleta de dados para conferência do mesmo.