Durante o lançamento de seu livro, Capitalismo Superindustrial, neste sábado, 7, em São Paulo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (foto: Rovena Rosa/Agência Brasil) abordou a democracia brasileira sob a perspectiva histórica da escravidão. Segundo ele, nosso sistema democrático é frágil porque significa a contestação do status quo. O Estado teria sido entregue aos latifundiários – classe dominante à época da proclamação da República – como compensação pelo fim da escravidão. Segundo Haddad, o movimento republicano colocou no lugar dos latifundiários outra classe dominante, que passa a “cuidar do estado como se fosse seu. Nós estamos com esse problema até hoje”, avalia Haddad.










