Na última sessão do Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso (foto/reprodução internet), solicitou a atenção dos colegas para designar o ministro André Mendonça para uma missão institucional. Em tom de brincadeira, Barroso sugeriu que Mendonça o representasse na Parada Gay de São Paulo. Mendonça, conhecido por sua fé evangélica, respondeu espirituosamente que aceitaria, mas que Barroso deveria participar da Marcha para Jesus em seu lugar. O comentário, após Barroso receber um convite para a abertura do evento LGBT em junho, provocou risadas. Contudo, essa leveza em um ambiente tão sério como o STF gerou desconforto, especialmente por parte dos ministros, que se mostraram relutantes em comentar o episódio. A situação evidencia a delicada linha entre descontração e a seriedade esperada em uma das mais altas instituições do país.