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Jogo Aberto

Paulo César de Oliveira
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*Após mais de mil dias parado, o alto-forno 1 da Usiminas em Ipatinga, foi religado nesta terça-feira. A empresa investiu R$ 80 milhões para reativar o equipamento. A obra que teve duração de 11 meses e foi realizada pela Usiminas Mecânica, com 600 operários. Para a operação do equipamento, foram contratados 120 funcionários. Com isso, a empresa aumenta em 20% a capacidade produtiva e coloca a unidade em sua capacidade máxima, com 10,8 mil toneladas/dia de ferro gusa nos três alto fornos da unidade. Por ano, serão 4 milhões de toneladas. O presidente da Usiminas, Sergio Leite (foto), explicou que a reativação do alto-forno 1 é um voto de confiança no processo de retomada da economia nacional, depois de três anos de forte crise. Atualmente, da produção total da empresa, 85% são direcionadas para o mercado interno e 15% para as exportações. “Estamos colocando a unidade de Ipatinga a plena carga na produção de gusa, aço e laminação das placas para abastecer o mercado nacional”, disse.

 

*A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), composta por cinco ministros, decidiu nessa terça-feira por 3 votos a 2 que o ex-senador cassado Demóstenes Torres (PTB-GO) poderá se candidatar ao Senado nas eleições deste ano. Os ministros Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes acompanharam a decisão liminar (provisória) concedida em março pelo ministro Dias Toffoli, que entendeu que o ex parlamentar não poderia ser considerado inelegível uma vez que as provas que embasaram a sua cassação acabaram anuladas pela Justiça.

 

“Quem sabe até lá não convenço o nosso partido a trabalhar para o Alckmin e, quem sabe, encontrar um jeito de juntar a figura importante, carismática do ex- ministro Joaquim Barbosa, ao governador Alckmin. Seria uma grande chapa, fabulosa”. Do atual governador de São Paulo, Marcio França (PSB/SP) defendendo a formação da chapa Geraldo Alckmin (PSDB/SP)/Joaquim Barbosa (PSB) para disputar as eleições para a presidência da República.

 

*Mestra de brasileiros famosos como a ex-presidente Dilma Rousseff e o senador José Serra, e figura emblemática da economia brasileira, a economista e professora Maria da Conceição Tavares será homenageada pelos seus 88 anos, no próximo dia 24 (terça-feira), no Instituto de Economia da UFRJ. Na ocasião, será lançado o documentário “Livre Pensadora”, de José Mariani. Nascida em Portugal, a economista fixou residência no Brasil em 1954 e participou da equipe que elaborou o Plano de Metas de JK, em 1956. Exilada no Chile em 1968, ela participou da redemocratização do Brasil e foi deputada federal.

 

*O farmacêutico Vanderlei Machado tomou posse na presidência da Fundação Ezequiel Dias (Funed). Indicado pelo Conselho Regional de Farmácia de Minas Gerais (CRF/MG) e nomeado pelo governador Fernando Pimentel, que reconheceu a importância de ter um técnico à frente da gestão da Fundação, uma das maiores referências nacionais em pesquisa e produção de medicamentos, Vanderlei Machado assume com o desafio de direcionar a Funed para o cumprimento da meta de, até 2020, ser referência nacional em inovação científica e tecnológica, Vigilância em Saúde e desenvolvimento de produção de medicamentos para o SUS.

*Também o Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BH-TEC) está de dirigente novo. Assumiu a presidência Roberto da Silva Bigonha, professor emérito do Departamento de Ciências da Computação (DCC) da UFMG, com o compromisso de guiar a instituição no propósito de fomentar e articular a ciência, tecnologia e inovação do estado.

 

*A LEC Comunicação, comandada por Lorenza Coelho, assumiu, pelo quinto ano consecutivo, a assessoria de imprensa do BH Tattoo Festival. Em sua oitava edição, o BH Tattoo Festival é um dos principais eventos do gênero na América Latina e promete movimentar a Serraria Souza Pinto, de 4 a 6 de maio.

 

*O contribuinte que declara o ICMS devido pela própria empresa, mas deixa de repassar os valores aos cofres públicos, não comete crime contra a ordem tributária. Segundo decisão da 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, o ato configura mera inadimplência. Com o entendimento, o colegiado manteve a absolvição de dois sócios de uma empresa do ramo de medicamentos. Eles foram denunciados por terem deixado 14 vezes de recolher valores correspondentes ao ICMS supostamente cobrado de terceiros. O inadimplemento foi descoberto por um fiscal na análise dos lançamentos realizados pela empresa nos livros fiscais.

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