*O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e relator da Operação Lava Jato na Corte, Edson Fachin (foto), afirmou ontem que o sistema penal no Brasil é seletivo e desigual. A declaração do ministro foi feita durante o julgamento sobre a validade de conduções coercitivas para levar investigados a interrogatório policial ou judicial, em todo o país. "Há rigor excessivo contra uma parcela menos abastada da população, e injustificada leniência quando poderosos estão às voltas com práticas criminosas", afirmou.
*Recadinho dos eleitores para os pré-candidatos à presidência da República anotarem. Grande parte dos brasileiros relacionam o déficit da Previdência com a corrupção. Cerca de 49%, acham que o tema deve ser tratado pelo novo governo. Acham também que o futuro presidente do Brasil tem a obrigação de fazer as reformas logo nos primeiros meses, para evitar a pressão da base aliada. É o que aponta pesquisa recente realizada pela Fenaprevi-Ipsos.
*A propósito, as estatísticas mostram que um total de 146,1 milhões de eleitores estão aptos para votar nas próximas eleições, o que significa um aumento de 1,4% em relação a 2016.
*A fabricante alemã Volkswagen anunciou nessa quarta-feira que aceitou pagar uma multa de 1 bilhão de euros na Alemanha, assumindo assim "sua responsabilidade" no escândalo dos motores a diesel alterados. Em nota, a Volkswagen admitiu falhas de controle e “ordenou o pagamento da multa”. Anunciou também que não apresentará nenhum recurso.
*Será na próxima terça-feira, às 19h30, na Academia Mineira de Letras (AML) o lançamento do livro “A Turma da Savassi ... que virou nome de bairro”, do escritor e jornalista Jorge Fernando dos Santos. Publicada pela Quixote+Do Editoras e Livrarias Associadas, a obra idealizada pelo compositor Pacífico Mascarenhas, um dos integrantes da turma, conta a história dos jovens que “agitaram” o bairro Funcionários, em Belo Horizonte, entre as décadas de 1940 e 1960, e que se reuniam na antiga Padaria Savassi que deu nome a uma região bairro dos Funcionários.