*Os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, do Tribunal Superior Eleitor, ministro Luís Roberto Barroso (foto), e os líderes partidários, vão se reunir na próxima semana com especialistas em saúde, por teleconferência, para debater os melhores procedimentos e datas para as eleições municipais de 2020, tendo em vista a pandemia de covid-19. Existem propostas em tramitação no Congresso propondo o adiamento das eleições deste ano, cujo primeiro turno está marcado para o dia 4 de outubro.
*Em carta enviada ao Congresso dos Estados Unidos, a IBM anunciou que deixará de pesquisar, desenvolver e comercializar soluções de reconhecimento facial. Na carta, o CEO da empresa, Arvind Krishna afirmou que este é o momento para se iniciar uma ampla discussão sobre a necessidade de regular as empresas que atuam com a tecnologia nos segmentos de vigilância e segurança pública. A IBM deixará de oferecer software de reconhecimento facial e se opõe a qualquer uso dessa tecnologia para fins de vigilância em massa e perfil racial.
*O amor continua lindo, mas foi fortemente impactado pela crise do novo coronavirus. Tão impactado que este ano a troca de presentes não deverá acontecer como nos anteriores e as vendas no varejo devem ter queda recorde no Dia dos Namorados. Segundo dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens e Serviços e Turismo (CNC), o varejo deverá faturar R$ 937,8 milhões nas vendas do dia 12 de junho, o que representará uma queda recorde de 43,7% em relação ao mesmo período de 2019 que movimentou R$ 1,65 bilhão em vendas.
*Indignado com o tema masturbação abordado no programa Encontro, com Fátima Bernardes, o deputado federal Eduardo Bolsonaro usou suas redes sociais, nesta terça (9), para fazer uma crítica à programação da TV Globo. O parlamentar sugeriu para a TV aberta o que segundo ele seria uma programação mais adequada ao horário: o retorno dos desenhos infantis à grade da emissora, como ocorria quando ainda era exibida a TV Globinho.
*A exemplo de outros setores, as exportações brasileiras de calçados também foram fortemente impactadas pela pandemia do novo coronavirus. Segundos dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), em maio foram embarcados 2,7 milhões de pares, que geraram US$ 23,9 milhões, com quedas tanto em volume (-64,7%) quanto em receita (-66%), em relação ao mês correspondente de 2019. Com o resultado, no acumulado dos cinco primeiros meses de 2020, as exportações somaram 39,53 milhões de pares e US$ 294,9 milhões, quedas de 22,1% e 28,7%, respectivamente, em comparação ao mesmo período do ano passado.