* Quem está aniversariando hoje é a jornalista Eliane Hardy, colaboradora do Blog e da VB Comunicação. (Foto com Heraldo Dutra)
* O presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), desembargador Pedro Carlos Bitencourt Marcondes, foi eleito, por unanimidade, presidente do Colégio Permanente dos Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil, para o biênio 2016/2018. A eleição aconteceu durante Assembleia Extraordinária, na sede do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, em Brasília.
* O ex todo poderoso da Globo, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, comemora no próximo dia 2 de dezembro, no Copacabana Palace, seu aniversário e aproveita os abraços para autografar seu novo livro “Unidos do Outro Mundo – Dialogando com os Mortos”. No livro, Boni narra encontros imaginários com diversas personalidades, entre elas, Roberto Marinho, Chacrinha, Dercy Gonçalves, Chico Anysio e Tom Jobim.
* O diretor-presidente da Rhumo Consultoria Empresarial, Sérgio Campos, foi um dos empossados na nova diretoria da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-MG), gestão 2016-2018. A diretora da Rhumo, Lara Castro, será a nova conselheira da Associação.
* A professora Miracy Gustin, da Faculdade de Direito da UFMG, é a vencedora do Prêmio Jabuti 2015, na categoria Direito. Ela compõe a equipe de organizadores do livro Direitos Fundamentais das Pessoas em Situação de Rua (Editora D’Plácido), lançado em 2014. E é a pesquisadora homenageada pela publicação. Iniciativa do Ministério Público de Minas Gerais, a obra foi organizada também por Ada Pellegrini Grinover, Gregório Assagra, Paulo Cesar Vicente de Lima e Rodrigo Iennaco.
* O governo da presidente Dilma não descarta adiar o aumento do salário mínimo de janeiro para maio e o reajuste dos servidores públicos de agosto para dezembro. A medida seria necessária para garantir o esforço fiscal prometido para o ano que vem, de 43,8 bilhões. Para fechar as contas do ano que vem, o governo precisa conseguir a aprovação da CPMF e o projeto de repatriação. Só com a CPMF o governo estimava arrecadar 32 bilhões de reais. Com a demora na aprovação, o valor caiu para 24 bilhões de reais.