*Com a consolidação nas últimas pesquisas do senador Flávio Bolsonaro (foto: Andressa Anholete/Agência Senado), PL-RJ, como o principal concorrente do presidente Lula nas eleições de 2026, aliados do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) entendem que ele agora estará livre para trabalhar a sua candidatura à reeleição e começar a montar sua chapa. Tarcísio tem três vagas para negociar com o MDB, PL, PSD e União Brasil-PP: a de vice e duas para o Senado. No caso da vaga para vice, ele terá que ter muito jogo de cintura. O cargo hoje é ocupado pelo PSD com o vice-governador Felício Ramuth, que já avisou que só sai se a vaga for ocupada por Gilberto Kassab, presidente nacional da legenda e secretário do governo de São Paulo, que ambiciona o posto. Alternativa que os aliados do governador não querem. O PL é o principal cotado para ocupar a vice e Tarcísio de Freitas tem simpatia por André do Prado, presidente da Alesp e aliado de Valdemar da Costa Neto, líder nacional do partido.
*O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, disse que o STF e a cúpula do Congresso fecharam um acordo para formar uma comissão técnica de caráter consultivo para criar um regime transitório para as verbas de caráter indenizatório, os chamados “penduricalhos” que contribuem para os salários de servidores públicos ultrapassarem o teto do funcionalismo, equivalente ao salário de um ministro do STF (R$ 46,3 mil). A decisão foi tomada em reunião realizada entre Fachin, os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), do Tribunal de Contas da União, Vital do Rego, o vice-procurador-Geral da República, Hindemburgo Chateaubriand, o vice-presidente do STF, Alexandre de Moraes, e os ministros Gilmar Mendes e Flávio Dino, relatores de processos sobre o tema.
*”O Brasil precisa de um partido de esquerda moderno, competitivo para se contrapor à direita e equilibrar o jogo político. O PT não é esse partido. O PT tem ideias equivocadas, precisa mudar para o bem dele e do país”. Tal declaração não partiu de nenhum pré-candidato da direita à presidência da República, mas foi dada pelo ex-ministro da Fazenda no governo José Sarney, Mailson da Nóbrega, ao comentar as teses de seu livro “O Brasil ainda pode ser um país rico?”, no qual aponta fatores estruturais que, segundo ele, limitam o desenvolvimento econômico nacional. Ele também faz projeção política sobre o futuro da legenda: “Mesmo se o PT ganhar as eleições em 2026, duvidamos que será competitivo nas eleições de 2030.”










