*Internado com broncopneumonia bacteriana, o ex-presidente Jair Bolsonaro (foto: Pablo Porciuncula/AFP) está na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital DF Star. Diante da situação, advogados de Bolsonaro acreditam que desta vez, o ministro Alexandre de Moraes irá liberá-lo para cumprir a sua pena em casa. Para ministros do presidente Lula, a situação cheira a “um acordão” entre o STF e aliados de Bolsonaro.
*Pelo visto, parece vigorar no Senado Federal a máxima em política: aos amigos tudo, aos inimigos, a lei. Tanto que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), enviou um ofício para ele mesmo solicitando o repasse de R$ 379 milhões em emendas parlamentares destinadas ao Amapá, seu estado natal. Desse montante, R$ 30 milhões são destinados a uma obra a ser gerida por uma construtora vinculada ao segundo suplente do senador, o empresário Breno Chaves Pinto. Além disso, mais da metade dos recursos, cerca de R$ 210,4 milhões, foram solicitados ao Ministério da Integração, então liderado por Waldez Góes, indicado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
*O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu (PT), em entrevista, reconheceu que a disputa pela presidência da República em 2026 será acirrada e que o Sudeste será decisivo para a reeleição do presidente Lula (PT) e detalhou possíveis composições de alianças em Minas, São Paulo e Rio de Janeiro. Em Minas, citou como consistente a chapa com o senador Rodrigo Pacheco (PSD), a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), e o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), mas disse que há outras opções. Em São Paulo, considera definida a candidatura de Fernando Haddad (PT) ao governo de São Paulo, de Simone Tebet ao Senado e citou Marina Silva (Rede) e Márcio França (PSB) para a segunda vaga ao Senado. No Rio de Janeiro, indicou a aliança com Eduardo Paes (PSD) e Benedita Silva (PT) ao Senado.










