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JOGO ABERTO

Paulo César de Oliveira
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Marcos Carvalho (foto: Roque de Sá/ Agência Senado)

*O senador e pré-candidato a presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), contratou o publicitário Marcos Carvalho (foto: Roque de Sá/ Agência Senado) para atuar em sua campanha para o Palácio do Planalto. Carvalho, já trabalhou em campanha presidencial de Jair Bolsonaro, em 2018, e no segundo turno da campanha de Lula, em 2022. Especialista em marketing digital, na campanha de Flávio, o publicitário será responsável pelo planejamento, pela gestão e pela produção de materiais, com uso de inteligência artificial. Mas Flávio ainda não completou a equipe que atuará no marketing da campanha. Está à procura de um marqueteiro, já que o publicitário mineiro Paulo Vasconcellos não aceitou seu convite por estar atuando na campanha do pré-candidato Ronaldo Caiado. 

*O senador Otto Alencar (PSD-BA) reagiu com bom humor, nesta sexta-feira, 27, após seu nome ter sido ventilado como possível substituto da ministra Gleisi Hoffmann (PT), Secretaria de Relações Institucionais e que não foi procurado pelo presidente Lula para tratar do assunto. “Eu quero saber quem foi que inventou isso. Não me desejaram coisa boa, não. Acabei de passar por uma cirurgia cardíaca e querem me colocar em um cargo de alta pressão”, declarou. O senador disse que esteve com Lula na última quarta-feira, 25, mas que conversaram sobre vários assuntos e sua ida para a pasta ocupada por Gleisi não foi tratado, mas que conversaram sobre segurança pública, a indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal, além de questões relacionadas à Bahia.

*Como era de se esperar, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de impor limites aos chamados penduricalhos no Judiciário e no Ministério Público provocou reações imediatas de associações que representam a carreira jurídica e acusam a Corte de oportunismo jurídico. Em nota, a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) manifestou “profunda discordância e preocupação com o julgamento do STF. Para a AMB, a decisão afeta a previsibilidade do regime jurídico da magistratura e a atratividade da carreira. Diz ainda que a decisão do Supremo impacta cerca de 18 mil magistrados e implica severa redução salarial, com efeitos já a partir de 2026.

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