Movimentos ligados às donas de casa, como o Procon, assinaram um manifesto exigindo que o processo de investigação da operação Carne Fraca seja concluído e que seja acompanhado por especialistas da área, membros dos órgãos públicos competentes. As entidades querem que o processo seja público e transparente em todas as fases de apuração dos fatos, que sejam publicados os números dos lotes dos produtos adulterados de cada empresa objeto da investigação, e que sejam informados os tipos de adulterações a que cada produto foi submetido. Para as entidades, como as consequências do ato ilícito poderão acarretar repercussões negativas nos direitos dos consumidores, a expectativa é a de que a matéria seja encaminhada o quanto antes ao Ministério Público.