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O perigo da jornada móvel

Paulo César de Oliveira
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A proposta do governo de criar a chamada jornada móvel de trabalho é alvo de críticas no meio sindical. Ricardo Patah (foto), presidente da União Geral dos Trabalhadores, argumenta que, sem horário fixo, o empregado ficaria mais tempo à disposição da empresa, mas sem receber por isso. Nesse tipo de jornada, empregador poderá escalar o funcionário em determinado horário de trabalho e em dias diferentes da semana. Dessa forma, o funcionário poderá ter mais de um emprego, em expediente flexível, recebendo os direitos trabalhistas de forma proporcional.

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