A Câmara Municipal de Belo Horizonte realiza nesta terça-feira, 1º de abril, uma sessão para marcar os 61 anos do golpe militar de 1964, com um detalhe simbólico: a escolha da data, que coincide com o Dia da Mentira. O evento foi proposto pelo vereador petista Pedro Rousseff (foto/reprodução internet), que pretende reforçar os motivos justificados para o golpe como “uma grande farsa". A imagem que ilustra a convocação da sessão traz sua tia-avó, a ex-presidente Dilma Rousseff, em julgamento pela Justiça Militar durante a ditadura. Na visão dos historiadores, o levante começou de fato em 1º de abril, mas os militares optaram por consolidar a narrativa para o dia 31 de março, evitando associações com a data.