Felipe Nunes (foto: Jadiel Carvalho), cientista político e sócio-fundador da agência de pesquisa Quaest, fez uma análise um tanto reveladora sobre a relação entre voto, comportamento e gênero no Brasil mas que, segundo ele, acontece no mundo todo, neste momento: a análise de dados mostram que as mulheres estão votando mais na esquerda e os homens, na direita. Ou seja, quanto mais elas mostram tendências progressistas, mais eles apertam no conservadorismo. Já na geração ponto.com, os nascidos depois de 2.000, o cenário é bem diferente: entre meninos e meninas as diferenças não aparecem tanto e há menos espaço para visões discriminatórias. Pode estar exatamente nesta geração a chave de uma virada de comportamento que traria mudanças significativas para a sociedade: mais equidade, em tudo.











