A imparcialidade dos juízes, embora não esteja expressa na Constituição, não só é uma garantia constitucional, mas também é uma exigência ética nos tribunais. Mas vem chamando a atenção quando o assunto é futebol. A regra cai por terra e o que se vê são discussões diárias acaloradas, cada um defendendo seu time de coração. No Superior Tribunal de Justiça (STJ), uma das maiores rivalidades diárias é a entre o Cruzeiro e Atlético-MG e Cruzeiro, colocando de um lado a bancada celeste, formada pelos juízes João Otávio de Noronha (foto/reprodução internet), José Afrânio Vilela e Rogerio Schietti e, de outro, o atleticano convicto, o juiz Sebastião Reis Jr. E a rivalidade aumenta entre cruzeirenses e atleticanos durante o campeonato mineiro e não há embargos que resolvam a disputa.