Onze seccionais da OAB (Distrito Federal, Bahia, Tocantins, Pará, Rondônia, Mato Grosso, Paraíba, Paraná, Maranhão, Piauí e Santa Catarina), ingressam, na terça-feira com representação junto ao CNJ para que suste “o auxílio de banda larga” aprovado pelo TRF-1 em janeiro passado, para impedir que desembargadores sejam reembolsados no valor de R$ 80 mensais, por gastos com serviço de internet para uso profissional em suas residências, durante o período que estiverem trabalhando em home Office. Em nota, o tribunal informou que se trata de uma "indenização” a desembargadores que estiverem trabalhando de casa Para o presidente da OAB/DF, Délio Lins e Silva Jr. (foto), um dos signatários da representação "o ato do TRF1 é injusto com o cidadão brasileiro, indecente para a sociedade e imoral para o Direito".