O acordo UE-Mercosul, que esteve em negociação por quase duas décadas, ganhou impulso a partir da invasão norte-americana contra a Venezuela, e ganhou status de “muro de contenção”. Não por acaso o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (foto: Paulo Pinto/Agência Brasil) declarou que “é muito importante para o Mercosul, para a União Europeia e para o comércio global que, no momento de guerras, de conflitos, de geopolítica instável, de protecionismo, será o maior acordo do mundo.” A Comissão Europeia comunicou que as negociações avançaram mas ainda não há confirmação oficial da assinatura; o acordo deverá cumprir etapas formais.











